quarta-feira, 20 de outubro de 2010

"As vantagens de ser bobo"

Acho que quando me chamam de criativo, penso que estão me chamando de Bobo... Tudo bem... prefiro ser bobo feliz do que um esperto burro. Um ótimo texto de Clarice Lispector.



Criativo é pegar da bobagem uma criação legítima.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Justiça brasileira reconhece o direito de peidar no trabalho.


Poder Judiciário Federal
Justiça do Trabalho
Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região


ACÓRDÃO Nº: 20071112060 Nº de Pauta:385
PROCESSO TRT/SP Nº: 01290200524202009
RECURSO ORDINÁRIO - 02 VT de Cotia
RECORRENTE: Coorpu's Com Serv de Produtos Para Estet
RECORRIDO: Marcia da Silva Conceição
EMENTA
PENA DISCIPLINAR. FLATULÊNCIA NO LOCAL
DE TRABALHO.
Por princípio, a Justiça não deve ocupar-se de miuçalhas ("de minimis non curat pretor").
Na vida contratual, todavia, pequenas faltas podem acumular-se como precedentes curriculares negativos, pavimentando o caminho para a justa causa, como ocorreu "in casu".
Daí porque a atenção dispensada à inusitada advertência que precedeu a dispensa da reclamante.

Impossível validar a aplicação de punição por flatulência no local de trabalho,
vez que se trata de reação orgânica natural à ingestão de alimentos e ar, os quais, combinados com outros elementos presentes no corpo humano, resultam em gases que se acumulam no tubo digestivo, que o organismo necessita expelir, via oral ou anal.
Abusiva a presunção patronal de que tal ocorrência configura conduta social a ser reprimida, por atentatória à disciplina contratual e aos bons costumes.
Agride a razoabilidade a pretensão de submeter o organismo humano ao "jus variandi", punindo indiscretas manifestações da flora intestinal sobre as quais empregado e empregador não têm pleno domínio.
Estrepitosos ou sutis, os flatos nem sempre são indulgentes com as nossas pobres convenções sociais.

Disparos históricos têm esfumaçado as mais ilustres biografias. Verdade ou
engenho literário, em "O Xangô de Baker Street", Jô Soares relatacomprometedora ventosidade de D. Pedro II, prontamente assumida por RodrigoModesto Tavares, que por seu heroísmo veio a ser regalado pelo monarca com o
pomposo título de Visconde de Ibituaçu (vento grande em tupi-guarani).
Apesar de as regras de boas maneiras e elevado convívio social pedirem um maior controle desses fogos interiores, sua propulsão só pode ser debitada aos responsáveis quando deliberadamente provocada.
A imposição dolosa, aos circunstantes, dos ardores da flora intestinal, pode configurar, no limite, incontinência de conduta, passível de punição pelo empregador. Já a eliminação involutária, conquanto possa gerar constrangimentos e, até mesmo, piadas e brincadeiras, não há de ter reflexo para a vida contratual.

Desse modo, não se tem como presumir má-fé por parte da empregada, quanto ao
ocorrido, restando insubsistente, por injusta e abusiva, a advertência pespegada, e bem assim, a justa causa que lhe sobreveio.
ACORDAM os Juízes da 4ª TURMA do Tribunal Regional do Trabalho da Segunda Região em: por unanimidade de votos, rejeitar as preliminares de nulidade por suspeição de testemunha e por cerceamento de defesa, arguidas pela reclamada; no mérito, por igual votação, dar provimento parcial ao apelo da mesma, para expungir da condenação o pagamento de 11 dias de saldo de salário, por já devidamente quitado, expungir da condenação o pagamento de diferenças salariais decorrentes
do acréscimo de 30% pelo desvio de função e suas integrações em horas extras, férias mais 1/3, 13º salários, aviso prévio e FGTS com 40%, tudo na forma da fundamentação que integra e complementa este dispositivo.
São Paulo, 11 de Dezembro de 2007.
RICARDO ARTUR COSTA E TRIGUEIROS
PRESIDENTE E RELATOR

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Um skate com complexo de snowboard

"É assim que eu descreveria o projeto Flowlab Skateboardprojetado pelo designer Mike Simonian em colaboração com Pieter Schouten. Se trata de um skate com um sistema de rodas diferenciado, de forma a imitar de verdade o balanço da prancha de snowboard, ou mesmo de uma prancha de surf, podendo chegar a 45 graus de angulação e movimentação angular bem fluida..." (DESIGN ON THE ROCKS).

Sensacional a idéia desse "Pieter Schouten", se propor a inventar um skate que dá a sensação de estar surfando no asfalto.... quero ver quem vai ser o primeiro a fazer um desses aqui em Campo Grande | MS... mais de 1000km distante do mar!!!!

Olha só as fotos...





quinta-feira, 25 de março de 2010

Ele rejeitou o Windows e foi reembolsado

SÃO PAULO – O analista de sistemas baiano Otto Teixeira, 26 anos, faz parte de uma minoria que sabe que nem todo SO é algo pago.

De 22 de fevereiro a 19 de março, ele travou uma batalha com atendentes, telefonistas e vendedores para obter o reembolso do Windows XP Home que veio embutido em seu recém-adquirido notebook Lenovo s10e.

Seu plano era simples: não ativar o sistema operacional, instalar o livre Ubuntu Netbook Remix e pedir a devolução do valor à Lenovo.

Mas pelo meio do caminho, sabia ele, viriam muitas pedras. Segundo Teixeira, quase todos os funcionários das fabricantes de computadores desconhecem a legalidade da prática – ou, talvez, “fingem para vencer o consumidor pelo cansaço”, cogita.

A favor dele, porém, havia três importantes fatores. Primeiro, os relatos de sucesso dentro e fora do Brasil; depois, a lei que proíbe a venda casada e, por fim, o contrato de uso do Windows.

Este último, quase sempre ignorado pelos consumidores, em determinado ponto informa: “Caso você não esteja de acordo (com os termos do Windows) não instale, copie ou utilize o software; você poderá devolvê-lo ao estabelecimento em que o adquiriu para obter reembolso total”.

Motivado por isso, o analista de sistemas lutou contra burocracia e conseguiu cumprir seu objetivo, recebendo, dias depois, um reembolso de 229 reais em sua conta por parte da Lenovo (o preço do notebook, que era 777 reais, ficou em 548 reais).

Para muitos, pode parecer novidade, mas a prática é uma velha conhecida entre militantes do software livre - uma espécie de honraria para quem compra uma máquina com sistema operacional proprietário incluso.


Fonte: Infoonline

quinta-feira, 18 de março de 2010

LIVRO “FAMILIA AUGUSTO PANIAGO NOGUEIRA”

MEUS PREZADOS, O FIM DESTA E INFORMAR-LHES QUE JÁ ESTÁ TUDO PREPARADO PARA A APRESENTAÇÃO DO LIVRO “FAMILIA AUGUSTO PANIAGO NOGUEIRA” A VOCÊS, NETOS, BISNETOS, TATARANETOS, SOBRINHOS, PARENTES MAIS DISTANTES, AMIGOS ETC.

O EVENTO SERÁ REALIZADO NO DIA 3 DE ABRIL PRÓXIMO, ÀS 19:30 NO AUDITÓRIO DA ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES, ESQUINA DA RUA SETE DE SETEMBRO COM A RUA RUI BARBOSA, EM CAMPO GRANDE - MS.

PEÇO A VOCÊS QUE DIVULGUEM ESTA NOTA A TODOS OS PARENTES E AMIGOS QUE POSSAM SE INTERESSAR PELA OBRA.

TRATA-SE DE UM TRABALHO QUE CONTA A HISTORIA DAS FAMÍLIAS, NOGUEIRA, PANIAGO E OLIVEIRA E DAS CONEXOES DESTAS COM OUTRAS FAMÍLIAS, COMO PEREIRA, FERREIRA, LIMA, AMORIM, OS PICA-PAUS, E MUITAS OUTRAS QUE SERÃO LEMBRADAS.

A HISTÓRIA COMEÇA NOS MEADOS DO SÉCULO XVIII COM A CHEGADA DESSAS FAMILIAS NO ESTADO DE MATO GROSSO. CONTA A SUA PENETRAÇÃO GEOGRÁFICA E A SUA ATUAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DAQUELE ESTADO.

MOSTRA OS USOS E COSTUMES DA ÉPOCA BEM COMO AS DIFICULDADES QUE ENFRENTAVAM NA LUTA PARA SOBREVIVER NOS INÓSPITOS SERTÕES DAQUELA ÉPOCA. FALA DAS MUDANÇAS, DAS ATIVIDADES E FINALMENTE DO ESPÍRITO ALTIVO E MANSO DE TÃO NOBRE FAMÍLIA.

ESPERO QUE A DATA ESCOLHIDA SEJA BOA PARA TODOS, POIS É NUM SÁBADO, FINAL DO FERIADO DA SEMANA SANTA, ÉPOCA EM QUE AS PESSOAS PODEM VIAJAR.

ASSIM, ESPERO CONTAR COM A PRESENÇA DE TODOS, LÁ EM CAMPO GRANDE.

GOSTARIA DE RECEBER A CONFIRMAÇÃO DE VOCES PELO E-MAIL joaobatista@viagensbrasil.tur.br, ou pelos telefones: 61-3224-4136, 3248-3890 e 8118-4583.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Agora produzir alimentos é transgredir?

Imagine-se um hipotético indivíduo que doravante chamaremos de Sr. Oliveira.

O Sr. Oliveira é um homem comum. É um pai de família. Habita uma região metropolitana que poderia ser São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte ou Recife ou alguma outra grande cidade. Tem um emprego em uma instituição financeira, ou em uma revendedora de peças por exemplo. Pertence àquela classe média ligeira, que além de trabalhar 4 meses por ano de graça para o governo esforça-se para pagar as contas de aluguel, escola, natação e inglês dos filhos, plano de saúde, o guarda da rua e outros pormenores no fim do mês.

O Sr. Oliveira levanta-se de manhã e veste-se com roupas de algodão, algodão esse crescido nos campos de Chapadão do Sul, MS e processado em Blumenau, SC. Talvez esteja um pouco frio, e ele use um pulôver de lã de carneiros criados em Pelotas, RS e fabricado em Americana, SP. Calça seus sapatos de couro vindo de bois do Mato Grosso, e fabricados em Novo Hamburgo, RS.
Ele toma café da manhã, com ovos vindos de Bastos, SP, leite de uma cooperativa do Rio de Janeiro, broa de milho colhido em Londrina, PR, um mamão vindo do Espírito Santo, suco de laranja de Araraquara, SP e um cafezinho vindo direto de São Lourenço, MG.

Ele lê um jornal, impresso em papel feito de eucalipto crescido em Três Lagoas, MS.
O Sr. Oliveira entra em seu carro, abastecido com álcool de cana de açúcar produzida em Piracicaba, SP, com pneus de borracha saída dos seringais de São José do Rio Preto, SP.
Enquanto ele vai ao trabalho, a Sra. Oliveira vai às compras nos supermercados do bairro, sempre pesquisando os melhores preços das frutas, das verduras e da carne para não apertar o orçamento familiar.

No almoço, o Sr. Oliveira come um filé de frango criado no Paraná, alimentado com soja de Goiás e milho do Mato Grosso, com molho de tomate de Goiás. Tem arroz do Rio Grande do Sul, feijão dos pivôs do oeste baiano. Tem salada das hortas de Mogi das Cruzes, SP. Suco de uvas do Vale do São Francisco e de sobremesa goiabada feita com goiabas de Valinhos, SP e açúcar de Ribeirão Preto, SP, e queijo de Uberlândia, MG. Outro cafezinho dessa vez da Bahia.
Hoje a noite é de comemoração. Sua empresa fez um corte de pessoal mas felizmente o Sr. Oliveira manteve o emprego. Ele leva a esposa jantar fora. Vinho do Vale dos Vinhedos gaúcho. Presuntos e frios de porco criado em Santa Catarina, alimentado com soja paranaense, filet mignon de bois criados no Sul do Pará. Chocolate produzido com cacau do sul da Bahia. E outro café de Minas, adoçado com açúcar pernambucano.

O Sr. Oliveira é um homem razoavelmente informado e inteligente. No dia seguinte ele lerá os jornais novamente. Pelos jornais ele ficará sabendo que há conflitos em terras indígenas recentemente demarcadas e fazendeiros cujas famílias foram incentivadas a ocupar aquelas terras há décadas atrás. Pelos jornais ele ficará sabendo que a pecuária é a maior poluidora do país (embora ele mesmo tenha o sonho de um dia abandonar a cidade poluída e viver no campo por uma qualidade de vida melhor). Pelos jornais ele tem notícias de invasões de terras, de conflitos agrários, de saques e estradas bloqueadas (o Sr. Oliveira é a favor da reforma agrária, embora repudie a violência). Pelos jornais ele toma conhecimento de ações do Ministério Público contra empresas do agronegócio (ele não entende que mal há em empresas que ganham dinheiro). Pelos jornais ele acha que a Amazônia está sendo desmatada por plantadores de soja e criadores de boi.

Mas o Sr. Oliveira pensa que isso não tem nada a ver com ele.
Pois eu gostaria de agarrá-lo pela orelha, e gritar bem alto, de megafone talvez, não um, nem dez, mas mil megafones que TUDO ISSO É PROBLEMA DELE SIM!

Gostaria de lhe dizer que a agropecuária está presente em todos os dias da vida dele.Gostaria de lhe dizer que o agronegócio gera um terço do PIB e dos empregos do país. Gostaria de lhe dizer que quem diz que a pecuária polui mente descaradamente.

Gostaria de lhe dizer que o maior desmatador da Amazônia é o INCRA, que com o dinheiro dos impostos dele sustenta assentamentos que não produzem absolutamente nada, condenando uma multidão de miseráveis manipulados por canalhas balizados por uma ideologia assassina à eterna assistência do Estado.
Gostaria de lhe dizer que estes mesmos canalhas estão tentando, sob a palatável desculpa dos direitos humanos, acabar com o direito de propriedade, arruinando qualquer futuro para o agronegócio brasileiro.

Gostaria de lhe dizer, que os mesmos canalhas querem fechar índios que há 5 séculos estão em contato com brancos em gigantescos zoológicos onde eles estarão condenados à miséria e ao suicídio.

Gostaria de lhe dizer que índios são 0,5% da população brasileira e não obstante são donos de 13% do país.

Gostaria de lhe dizer que querem transformar 2/3 do país em reservas e parque que estão sendo demarcados sobre importantes reservas minerais e aqüíferos subterrâneos essenciais para o futuro do país.
Gostaria de lhe dizer que a agricultura ocupa apenas 7,5% da superfície do país, e que mesmo assim somos os maiores exportadores do mundo de carne, soja, café, açúcar, suco de laranja e inúmeros outros produtos.
Gostaria de lhe dizer que podemos dobrar ou triplicar a produção pecuária do país sem derrubar uma árvore sequer.

Gostaria de lhe dizer que produtores rurais não são a espécie arrogante e retrógrada que os canalhas dizem que são. São gente que está vivendo em lugares onde você não se animaria a viver, transitando por estradas intransitáveis e mortais, acordando nas madrugadas para ver nascer um animal, rezando para chover na hora de plantar e para parar de chover na hora de colher, com um contato e um conhecimento da natureza muito maior do que o seu. São gente cujos antepassados foram enviados às fronteiras desse país para garantir que esse território fosse nosso, foi gente incentivada a abrir a mata, abrir estradas, plantar e colher, às vezes por causa do governo, às vezes apesar dele.
Gostaria enfim de gritar a plenos pulmões, que qualquer problema que afete um produtor rural, uma empresa rural, uma agroindústria É UM PROBLEMA DELE, DO PAÍS E DO MUNDO.

Sim, porque no mesmo jornal que o Sr. Oliveira leu, há uma nota de rodapé que diz que há 1 bilhão de pessoas no mundo passando fome.
E grito finalmente para o Sr. Oliveira e tantos outros iguais a ele: ABRA OS OLHOS! e desconfie daqueles que querem transformar o agronegócio em uma atividade criminosa.

-- Rodrigo Paniago www.boviplan.com.br



segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

BBB 20XX e as eleições

BBB 2010, IDÉIA DE RITA LEE - FANTÁSTICO
DEIA DE RITA LEE

A cantora e ativista Rita Lee teve uma daquelas idéias brilhantes, dignas do seu gênio criativo.

Reclamando da inutilidade de programas como o Big Brother, ela deu a seguinte sugestão:

- Colocar todos os pré-candidatos à presidência
da República trancados em uma casa, debatendo e discutindo seus respectivos programas de governo.
Sem marqueteiros, sem assessores, sem máscaras e
sem discursos ensaiados.

Toda semana o público vota e elimina um.

No final do programa, o vencedor ganharia o cargo
público máximo do país.

Além de acabar com o enfadonho e repetitivo horário político, a população conheceria o verdadeiro caráter dos candidatos.

Assim, quem financiaria essa casa seria o repasse de parte do valor
dos telefonemas que a casa receberia e ninguém mais precisará corromper empreiteiras ou empresas de lixo sob a alegação de cobrir o 'fundo de campanha'.

A idéia não é incrivelmente boa?

Se você também gostou, mande essa mensagem paraos amigos e faça coro pela campanha:

Casa dos Politicos, já !!!

Você sabe o que é tautologia?

É o termo usado para definir um dos vícios de linguagem. Consiste na repetição de uma idéia,

de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.
O exemplo clássico é o famoso 'subir para cima' ou o 'descer para baixo'. Mas há outros,

como você pode ver na lista a seguir:

- elo de ligação
- acabamento
final
- certeza
absoluta
- quantia
exata
- nos dias 8, 9 e 10,
inclusive
- juntamente
com
-
expressamente proibido
- em duas metades
iguais
- sintomas
indicativos
- há anos
atrás
- vereador
da cidade
-
outraalternativa
- detalhes
minuciosos
- a razão é
porque
- anexo
junto à carta
- de sua
livre escolha
- superávit
positivo
-
todosforam unânimes
- conviver
junto
- fato
real
- encarar
de frente
- multidão
de pessoas
- amanhecer
o dia
- criação
nova
- retornar
de novo
- empréstimo
temporário
- surpresa
inesperada
- escolha
opcional
- planejar
antecipadamente
- abertura
inaugural
-
continua apermanecer
- a
última versão definitiva
-
possivelmentepoderá ocorrer
- comparecer
em pessoa
- gritar
bem alto
- propriedade
característica
-
demasiadamenteexcessivo
- a seu critério
pessoal
- exceder
em muito .
Note que todas essas repetições são dispensáveis.
Por exemplo, 'surpresa inesperada'. Existe alguma surpresa esperada?


É óbvio que não.
Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias..

Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia.
Verifique se não está caindo nesta armadilha.

Gostou?


Repasse para os amigos amantes da língua.




Repasse para os amigos amantes da língua.


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Banda Larga do Google

O Google anuncia que irá criar uma rede de banda larga de altíssima velocidade para até meio milhão de pessoas nos EUA, para experimentar as possibilidades de uma rede cem vezes mais rápida que a atual.
A empresa disse que a conexão deve ser de 1 gigabyte por segundo e que usará cabos de fibra óptica, mesma tecnologia usada por muitas empresas de telecomunicações.
Segundo o Google, o serviço será fornecido a um "preço competitivo" em algumas cidades norte-americanas, ainda não definidas.

Fonte: Folha de São Paulo
Enviada pelo amigo,Engº Zenon Lopes Rodrigues, Consultor e Gerente de Projeto Rede Estadual de Inclusão Digital - REID MS www.reid.ms.gov.br

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Zé da Roça e Luis da Cidade

Luis, há quanto tempo!

Eu sou o Zé, teu colega de ginásio noturno, que chegava atrasado, porque o transporte escolar do sítio sempre atrasava, lembra né? O Zé do sapato sujo? Tinha professor e colega que nunca entenderam que eu tinha de andar a pé mais de meia légua para pegar o caminhão por isso o sapato sujava.

Se não lembrou ainda eu te ajudo. Lembra do Zé Cochilo... hehehe, era eu. Quando eu descia do caminhão de volta pra casa, já era onze e meia da noite, e com a caminhada até em casa, quando eu ia dormir já era mais de meia-noite.

De madrugada o pai precisava de ajuda pra tirar leite das vacas. Por isso eu só vivia com sono. Do Zé Cochilo você lembra né, Luis?

Pois é. Estou pensando em mudar para viver ai na cidade que nem vocês. Não que seja ruim o sítio, aqui é bom. Muito mato, passarinho, ar puro... Só que acho que estou estragando muito a tua vida e a de teus amigos aí da cidade.

To vendo todo mundo falar que nós da agricultura estamos destruindo o meio ambiente.

Veja só. O sítio do pai, que agora é meu (não te contei, ele morreu e tive que parar de estudar) fica só a uma hora de distância da cidade. Todos os matutos daqui já têm luz em casa, mas eu continuo sem ter porque não se pode fincar os postes por dentro de uma tal de APPA que criaram aqui na vizinhança.

Minha água é de um poço que meu avô cavou há muitos anos, uma maravilha, mas um homem do governo veio aqui e falou que tenho que fazer uma outorga da água e pagar uma taxa de uso, porque a água vai se acabar. Se ele falou deve ser verdade né, Luis?

Pra ajudar com as vacas de leite (o pai se foi, né?) contratei o Juca, filho de um vizinho muito pobre aqui do lado. Carteira assinada, salário mínimo, tudo direitinho como o contador mandou. Ele morava aqui com nós num quarto dos fundos de casa.

Comia com a gente, que nem da família. Mas vieram umas pessoas aqui, do sindicato e da Delegacia do Trabalho, elas falaram que se o Juca fosse tirar leite das vacas às 5 horas tinha que receber hora extra noturna, e que não podia trabalhar nem sábado nem domingo, mas as vacas daqui não sabem os dias da semana ai não param de fazer leite. Ô, bichos aí da cidade sabem se guiar pelo calendário?

Essas pessoas ainda foram ver o quarto de Juca e disseram que o beliche tava 2 cm menor do que devia. Nossa! Eu não sei como encumpridar uma cama, só comprando outra né, Luis? O candeeiro eles disseram que não podia acender no quarto, que tem que ser luz elétrica, que eu tenho que ter um gerador pra ter luz boa no quarto do Juca.

Disseram ainda que a comida que a gente fazia e comia juntos tinha que fazer parte do salário dele. Bom, Luis, tive que pedir ao Juca pra voltar pra casa, desempregado, mas muito bem protegido pelos sindicatos, pelo fiscais e pelas leis. Mas eu acho que não deu muito certo. Semana passada me disseram que ele foi preso na cidade porque botou um chocolate no bolso no supermercado. Levaram ele pra delegacia, bateram nele e não apareceu nem sindicato nem fiscal do trabalho para acudí-lo.

Depois que o Juca saiu, eu e Marina (lembra dela, né? Casei.) tiramos o leite às 5 e meia, aí eu levo o leite de carroça até a beira da estrada onde o carro da cooperativa pega todo dia, isso se não chover. Se chover, perco o leite e dou aos porcos, ou melhor, eu dava, hoje eu jogo fora.

Os porcos eu não tenho mais, pois veio outro homem e disse que a distância do chiqueiro para o riacho não podia ser só 20 metros. Disse que eu tinha que derrubar tudo e só fazer chiqueiro depois dos 30 metros de distância do rio e ainda tinha que fazer umas coisas pra proteger o rio, um tal de digestor. Achei que ele tava certo e disse que ia fazer, mas só que eu sozinho ia demorar uns trinta dias pra fazer, mesmo assim ele ainda me multou, e pra poder pagar eu tive que vender os porcos as madeiras e as telhas do chiqueiro, fiquei só com as vacas. O promotor disse que desta vez, por esse crime, ele não ai mandar me prender, mas me obrigou a dar seis cestas básicas pro orfanato da cidade. Ô Luis, ai quando vocês sujam o rio também pagam multa grande, né?

Agora pela água do meu poço eu até posso pagar, mas tô preocupado com a água do rio. Aqui agora o rio todo deve ser como o rio da capital, todo protegido, com mata ciliar dos dois lados. As vacas agora não podem chegar no rio pra não sujar, nem fazer erosão. Tudo vai ficar limpinho como os rios ai da cidade. A pocilga já acabou, as vacas não podem chegar perto. Só que alguma coisa tá errada, quando vou na capital nem vejo mata ciliar, nem rio limpo. Só vejo água fedida e lixo boiando pra todo lado.

Mas não é o povo da cidade que suja o rio né, Luis? Quem será? Aqui no mato agora quem sujar tem multa grande e dá até prisão.

Cortar árvore então, Nossa Senhora! Tinha uma árvore grande ao lado de casa que murchou e tava morrendo, então resolvi derrubá-la para aproveitar a madeira antes dela cair por cima da casa.

Fui no escritório daqui pedir autorização, como não tinha ninguém, fui no Ibama da capital, preenchi uns papéis e voltei para esperar o fiscal vim fazer um laudo, para ver se depois podia autorizar. Passaram oito meses e ninguém apareceu pra fazer o tal laudo ai eu vi que o pau ia cair em cima da casa e derrubei. Pronto! No outro dia chegou o fiscal e me multou. Já recebi uma intimação do Promotor porque virei criminoso reincidente. Primeiro foi os porcos e agora foi o pau. Acho que desta vez vou ficar preso.

Tô preocupado Luis, pois no rádio deu que a nova lei vai dá multa de R$500 a R$20 mil reais por hectare e por dia. Calculei que se eu for multado eu perco o sítio numa semana. Então é melhor vender e ir morar onde todo mundo cuida da ecologia. Vou para a cidade, aí tem luz, carro, comida, rio limpo. Olha, não quero fazer nada errado, só falei dessas coisas porque tenho certeza que a lei é pra todos.

Eu vou morar ai com vocês, Luis. Mas fique tranqüilo, vou usar o dinheiro da venda do sítio primeiro pra comprar essa tal de geladeira. Aqui no sitio eu tenho que pegar tudo na roça. Primeiro a gente planta, cultiva, limpa e só depois colhe pra levar pra casa. Ai é bom que vocês e só abrir a geladeira que tem tudo. Nem dá trabalho, nem planta, nem cuida de galinha, nem porco, nem vaca é só abri a geladeira que a comida tá lá, prontinha, fresquinha, sem precisar de nós, os criminosos aqui da roça.

Até mais Luis.

P.S.: Ah, desculpe Luis, não pude mandar a carta em papel reciclado, pois não existe por aqui, mas aguarde até eu vender o sítio.


Texto recebido do meu irmão Rodrigo Paniago

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Sebrae oferece cursos gratuitos pela internet

Receber informações e se capacitar sem sair de casa é o desejo de muitos empreendedores, principalmente no período de férias. Pensando nisso, o Sebrae oferece no mês de janeiro, e durante todo o ano, cursos gratuitos pela internet.


Dentre eles estão o “Iniciando um Pequeno Negócio”, que oferece noções de gestão de um empreendimento; “Aprendendo a Empreender”, para noções de legislação e mercado; o “Como Vender Mais e Melhor”, que proporciona eficiência na prática de vendas; e “Análise e Planejamento Financeiro”, que desenvolve competências para analisar e projetar estratégias empresariais a partir de diversas informações financeiras. Cada um com carga horária mínima de 15 horas.


O participante conta com o apoio e a orientação de um tutor experiente no assunto escolhido, que esclarece dúvidas e estimula discussões de temas importantes para o empreendedor. Durante a capacitação, há a possibilidade de interagir com outros participantes. E, ao final, um certificado de participação é enviado à casa do aluno.


No momento, o curso disponível é o “Empreendedor Individual”, que fala sobre as vantagens, quando e como se legalizar, burocracias, evolução das micro e pequenas empresas e outros assuntos. Para mais informações ou para se inscrever, acesse o site www.sebrae.com.br e faça sua pré-inscrição. Quando abertas novas turmas, um pedido de confirmação com mais informações é enviado para o e-mail do inscrito.


Fonte: Portal MS

sábado, 2 de janeiro de 2010

huahauhauhauhauhauahauha!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

123 - ????????????????????????????????????????????????


2 comentários de Ronaldo Dimas, ex deputado e ex PSDB. uhauhauhauhauhauauah!!!!!!!!!!!!

2 Comentários

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Anônimo Anônimo disse...

Prezado Senhor Picareta dono do Blog
Solicito-lhe que retire imediatamente meu nome de sua "lista
suja". O senhor deveria, antes de publicar qualquer informação
a respeito de outra pessoa, no mínimo buscar maiores
informações sobre esta.
Fui acusado por idiotas e aproveitadores como o senhor de
cometer crime de compra de votos, o que, após alguns anos
(muito longos para quem é acusado injustamente), ficou comprovado que não aconteu. A ação foi julgada improcedente
e arquivada.
Para que o senhor não tenha dissabores, não por acusações
judiciais em vão, mas por acusações judiciais que levarão o
senhor ao banco de réus por calúnia e difamação, solicito-lhe que
providencie a retirada imediata.
Atenciosamente,
Ronaldo Dimas
Obs: também não sou mais deputado federal e nem pertenço ao
PSDB.

29 de dezembro de 2009 16:49

Blogger Ronaldo disse...

Postei uma mensagem solicitando a retirada de meu nome de sua "lista suja".
Infelizmente não fui atendido.
Este é o aviso final que lhe envio.
Após, caso não ocorra a retirada, seu problema será jurídico.

2 de janeiro de 2010 08:04